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Penedono
 
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História
Penedono, outrora Pena do Dono, é sede do concelho homónimo, situado a nordeste do distrito de Viseu e praticamente equidistante das cidades da Guarda, Lamego e da sua capital administrativa, à qual se encontra ligada, desde sempre, por fortes laços económicos, académicos, culturais e afectivos.
Consagrada como uma das mais belas vilas de Portugal, assim como o seu airoso e esbelto castelo pentagonal (ou hexagonal imperfeito), erigido em data bem anterior ao dealbar da Nacionalidade, o é entre os seus pares, mantém inalterado o perfil medievo do seu centro histórico, já que as obras de restauro e edificações ulteriores, incluindo as mais recentes, têm como ponto de honra, respeitar escrupulosamente o traço arquitectónico e o material granítico da região, nele se integrando de forma coerente e harmoniosa.
Para além do seu altivo pelourinho de gaiola, fronteiro ao castelo, com o qual delineia uma perspectiva estética de rara elegância, Penedono exibe, ainda, um património de atractivos múltiplos, consignado nas suas seculares igrejas e capelas, recheadas de arte sacra nas suas expressões plásticas e de paramentaria, a que se junta o austero e majestoso Solar dos Freixos, recuperado para acolher os Paços do Concelho e outros serviços da administração pública central e local.
Sendo fundamentalmente granítico, Penedono detém uma zona xistosa e ainda outra constituída por terras de aluvião, bordejando as linhas de água, o que condiciona e explica a heterogeneidade da sua vegetação e a fauna, que povoam as suas leiras, olgas, courelas, poisados e os próprios baldios. Encontrará, assim, espécies vegetais que vão da batata ao castanheiro, do centeio às oliveiras, da videira às pomóideas, do carvalho ao pinheiro e à nogueira, da Cerdeira aos tão apreciados míscaros, sejam eles “pachancas” ou “gasalhos”.

Onde a Beira acaba e o Douro começa…
Penedono é realmente um concelho-mosaico ou, talvez melhor, um espaço síntese. Posiciona-se onde “a Beira acaba e o Douro começa”. As aquilianas Terras-do-Demo, a seguir a uma piscadela de olhos a Luiz de Veiga Leitão e outra a José Augusto Seabra, espreitam além Douro, como que embaladas ao som de acordes arrancados ao piano por Sequeira Costa, os domínios de Miguel Torga, Araújo Correia, Guerra Junqueiro e Trindade Coelho.
Aqui vem cear e pernoitar o frio que, partindo da Estrela, almoçou e jantou pelo caminho. As estradas, nacionais e municipais, conduzem aos quatro ventos do País e do Continente.
A terra fria confraterniza com um micro-clima de solos quentes. A neve e o sincelo, de Inverno, revezam-se, chegada a hora, com a canícula, tantas vezes, de “inferno”. E as domesticadas vacas, cabras e ovelhas apascentam-se quase ao lado do coelho, da lebre, da perdiz e até do “reco-bravo”, da raposa, do texugo ou do lobo.

A actualidade…
Penedono não pára no tempo.
A agricultura do centeio, do milho e da batata sofre a metamorfose que leva ao pomar bem estruturado e dimensionado e à florestação e, o pinheiro, até à pouco dominante, cansado dos maus tratos dos incêndios, dá lugar a vastas manchas de árvores mais piro-resistentes, em especial o castanheiro, cujos frutos reivindicam, em terras lusas, o primado da excelência. E da videira ajustam-se castas e métodos de cultivo ficando, a jusante, a vinificação e comercialização, entregues à cooperativa da região demarcada.
A indústria aguarda a sua implantação decisiva para a conquista de pequenos nichos, ou da fatia de sobrevivência e crescimento no competitivo mercado mundial, tão exigentes nos padrões de qualidade e adequação à procura como nas técnicas de penetração, mas sempre bem-vindas, desde que benigno o impacto da sua laboração no ambiente local e global.
Com todas as freguesias dotadas de saneamento básico, electrificação e fornecimento domiciliário de água, recolha diária de lixo, vias de comunicação melhoria permanente, ensino infantil e básico, com continuação até ao terceiro ciclo em novas e modulares instalações na sede do concelho – onde se situam também o centro de saúde, a casa do povo, biblioteca, museu e mercado municipais, pavilhão desportivo polivalente, um centro de dia e lares da terceira idade –, Penedono prepara-se a ritmo acelerado, para vencer o desafio do futuro europeu, sem descuidar a preservação e valorização do seu rico património arqueológico, histórico, social, paisagístico, etnográfico, folclórico e gastronómico.
Numa palavra, a sua identidade.
Em suma, o curriculum e a modernidade do concelho de Penedono, de mãos dadas para o bem-estar e prosperidade da sua população está, de braços bem abertos para receber, de forma hospitaleira e cordial, todos aqueles que vierem por bem.

 
 
 

Livro de Visitas

 
 
Fim de semana maravilhoso.
 
 
Mensagem: Excelente estadia.
 
 
Excelente estadia.
 
 
Mensagem: Super séjour, accueil chaleureux,...
 
 
Foi muito agradavel passar aí uma semana com...
 
 
Meu pai(alves dos santos seixas) nasceu e viveu...
 
 
gostei muito do ambiente, muito acolhedor.
 
 
eu achei muito bonito.
 
 
Adorei a quinta, o espaço, os donos.
 
 
O meu querido e saudoso pai nasceu em bebeses e...
 
 
Lindo, espectacular, ainda não tive oportunidade...
 
 
o lugar ideal para desligar do mundo e estar em...
 
 
muito agradavel e sempre bem recebido